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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Brasileira, natural de Nilo Peçanha na Bahia. Missionária,membro da Igreja Batista, atua seu ministério na Casa de Abraão/ RJ. Estudante de Psicologia;conselheira em dependência química,com formação em prevenção tratamento e recaídas; técnica em enfermagem e publicidade. Educadora e colaboradora da Alimentação Viva, formada pelo Projeto Terrapia/ENSP/FioCruz. Oferece workshops, orientação, apoio e acompanhamento a pessoas que visem práticas saudaveis antienvelhecimento pela alimentação. Disponibilidade para consultoria e palestras de auto-estima e cuidados ambientais como promoção da saúde, segundo os princípios biblícos. Priorizando como método de pesquisa e da prevenção a introdução do Suco Vivo, para desitoxicação de pessoas usuárias de álcool e outras drogas, especialmente a população em situação de rua.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

30/12/2025 - Aprendendo a orar caminhando com Jesus

 Essa mensagem foi escrita no dia, 26/12/25- e dia 27 recebi o que posso dizer milagre!

Hoje, minha meditação foi no Evangelho de Mateus, capítulo 6. Um único capítulo, mas com ensinamentos tão profundos que me fizeram parar, respirar e pedir ao Senhor um novo olhar para este dia.

Ao ler, algo ecoou forte em meu coração: como aprender a orar?
Tenho desejado que 2026 seja um ano de caminhada lado a lado com Jesus, e creio que a oração é o caminho para sustentar esse desejo. Mas, sinceramente, eu me pergunto: eu sei orar?

Lembrei-me do pedido dos discípulos em Lucas 11:1:

“Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.”

Esse detalhe sempre me chama atenção: alguém precisa nos ensinar a orar. João ensinou aos seus discípulos. Jesus ensinou aos Seus. E eu tenho percebido que, muitas vezes, não sei orar como convém. Não sei se oro pouco, se oro por pouco tempo, ou se apenas não oro da forma que imagino ser “correta”.

Mas algo eu sei: a maneira como mais me elevo a Deus em oração não é falando, é escrevendo.
Quando começo a escrever, fico horas conversando com Deus. Não tenho pressa. As palavras fluem, e meu coração se derrama. Será que Deus se agrada disso? Não sei explicar plenamente, mas sei que amo falar com Ele assim. Creio que Ele lê cada palavra escrita, e que, enquanto escrevo, o Espírito Santo intercede por mim.

Paulo descreve isso com tanta verdade em Romanos 8:26:

“O Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar como convém, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.”

Enquanto meditava em Mateus 6, percebi o quanto Jesus ensina nesse capítulo: sobre oração, jejum, tesouros, a luz do corpo, os dois senhores e, de forma muito clara, sobre as preocupações. E ali fui confrontada: a ansiedade é, muitas vezes, uma resposta à falta de confiança. Não no que Deus pode fazer, mas no medo do que Ele talvez não faça.

Naquele momento, eu carregava uma preocupação real: uma dívida de R$ 6.000,00 ( peguei R$ 5.000,00 emprestado, mas considerei que deveria pagar pelo o menos 6.000,00 pelos 3 meses), que precisava ser paga até o dia 31 de dezembro. Meu coração desejava ter pago antes, mas eu não conseguia. E aquela situação começou a ocupar minha mente de forma angustiante.

Então, escrevendo minha oração, apresentei isso ao Pai. Apoiei-me na Palavra de Mateus 6:30, quando Jesus diz que Deus veste a erva do campo. Se Ele cuida do que hoje existe e amanhã não, quanto mais cuidará de nós, nesse caso de mim mesma.

Eu disse ao Senhor que não sabia como nem quando, mas cria que Ele agiria para que eu honrasse minha palavra. Apoiei-me também em Marcos 11:24, crendo que aquilo que apresentamos em oração, crendo, receberemos; meu coração esteve em paz.

No dia seguinte pela manhã, algo inesperado aconteceu. Ao abrir o celular, surgiu uma proposta de empréstimo bancário. Não era o cenário ideal — os juros eram altos — mas foi o meio que apareceu. Peguei o empréstimo e consegui pagar a dívida. No dia 27/12/2025, paguei integralmente os R$ 6.000,00.( mas tarde, ela me disse que não era agiota e que o valor depositado estava a cima da realidade, me devolveu R$ 800,00)

Honrei minha palavra.
E, acima disso, experimentei a fidelidade de Deus.

Aprendi que posso levar absolutamente tudo ao Senhor. Minhas limitações, minhas preocupações, minhas dívidas, meus medos. A Bíblia nos assegura que temos acesso direto ao Pai por meio de Jesus, nosso único Mediador e Intercessor.

Eu não mereço Sua compaixão, mas por causa de Jesus, recebo misericórdia. E isso é graça.

Hoje escrevo este testemunho para declarar: Deus é bom. Ele cuida. Ele age. Ele sustenta Sua Palavra. E até aquilo que antes era motivo de ansiedade se transforma em motivo de louvor.

Obrigada, Pai.
Obrigada, Jesus.
Obrigada, Espírito Santo, por conduzir cada palavra — até mesmo aquelas que escrevo quando não sei orar falando.

Amém.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

23/12/2025 - Distrato de sociedade da IntegraSer

 DISTRATO DE SOCIEDADE

Eu, Jucilene Mendes, inscrita no CPF nº 038.073.677-21, venho, por meio desta, comunicar oficialmente aos sócios o meu distrato da sociedade, a partir desta data, manifestando de forma clara e definitiva a minha decisão de encerramento da minha participação societária na Clínica IntegraSer.

Solicito, contudo, a permanência dos meus atendimentos profissionais até o final de janeiro de 2026, bem como o acesso às dependências da clínica até a conclusão da formulação e formalização do distrato do contrato social.

Durante esse período, solicito também a manutenção da utilização do CNPJ da empresa para fins de atendimento profissional, comprometendo-me a arcar com todos os encargos e obrigações financeiras decorrentes dessa utilização, conforme vier a ser acordado entre as partes.

 MOTIVOS: PENSAMENTOS DIFERENTE COM UMA DAS PARTES:

Não quero mais discutir pelos mesmos assuntos. Uma sociedade é um casamento e deve ser; por isso, estou sozinha desde que me separei, e isso faz mais de 30 anos.

Não gosto de repetir as mesmas coisas para a mesma pessoa, e o estresse faz com que eu seja grossa. Luto diariamente para ser branda no meu falar e, por isso, devo fugir do que pode me fazer ser o que não gostaria de ser. Preservar uma amizade com pessoas boas e de muitas qualidades vale mais a pena.

Para me fortalecer na decisão, busquei na Bíblia um texto Bíblico para não chorar, quem sabe lá na frente, arrependida. Mas estou certa da minha decisão, e esta é uma carta para os sócios, em especial para a sócia Regiany, quem me provoca a tomar essa decisão.

Não vou ter que ganhar menos para seguir o ritmo lento dela de ser e, claro, ela não precisa mudar seu jeito para seguir meus 360 graus de rapidez. A Regiany apresenta uma mente limitada, lenta demais para eu andar para trás e ficar junto com ela. Eu teria que andar para trás, e não tenho nem tempo nem idade mais para regredir.

Não há compromisso coletivo, há benefício coletivo por causa de um compromisso individual.

Deveria haver uma condição geral de trabalho para que cada um, individualmente, cumprisse o seu compromisso, a função empenhada de “sócio”. Percebo que não posso me desculpar na falta de compromisso dos outros ou no ambiente que é desfavorável, simplesmente porque o compromisso assumido será sempre meu.

Jesus nos deu o modelo de trabalho em sociedade (ainda que o contexto do texto seja outro); eu o pego como base para encerrar a minha sociedade na IntegraSer:

“…e quem comigo não ajunta, espalha.”

Lucas 11:23b

Temos inúmeras referências na Bíblia de parcerias desfeitas, e citarei as que lembro neste momento. Na Bíblia temos as histórias de Abraão e Ló e de Paulo e Barnabé como exemplos notáveis de rompimentos de parcerias que oferecem princípios para lidar com a dissolução de sociedades. Elas mostram que, às vezes, a separação é necessária para evitar conflitos maiores e permitir que ambas as partes continuem a prosperar em caminhos separados.

Abraão e Ló (Gênesis 13)

O Conflito: Abraão e seu sobrinho Ló tinham muitos rebanhos, e a terra onde viviam não era suficiente para sustentar a ambos, o que gerava brigas entre seus pastores.

A Resolução (e o Princípio): Para evitar conflitos e manter a paz familiar, Abraão propôs uma separação amigável. Ele deu a Ló a primeira escolha de para onde ir. Ló escolheu a campina do Jordão, mais fértil, e Abraão ficou com o restante da terra.

Este exemplo ensina que a separação amigável e mútua é preferível à contínua discórdia, especialmente quando a parceria não é mais viável ou os recursos são limitados. Demonstra generosidade e a importância de preservar relacionamentos, mesmo que em caminhos distintos.

Paulo e Barnabé (Atos 15:36–41)

Paulo e Barnabé eram parceiros em missões evangelísticas. Eles tiveram um desentendimento acalorado sobre levar João Marcos (primo de Barnabé) em sua próxima viagem. Paulo não queria levá-lo porque ele os havia abandonado anteriormente.

O desentendimento foi tão sério que eles se separaram. Barnabé levou Marcos consigo para Chipre, e Paulo escolheu Silas e viajou pela Síria e Cilícia.

Este caso mostra que, mesmo entre pessoas com um propósito comum, divergências irreconciliáveis sobre métodos, confiança ou pessoal podem levar a um rompimento. A separação permitiu que dois times missionários, em vez de um, continuassem a obra em lugares diferentes. Mais tarde, Paulo e Marcos se reconciliaram, o que indica que o rompimento não foi necessariamente permanente ou totalmente negativo (2 Timóteo 4:11).

Princípios para Finalizar uma Sociedade

Ao considerar esses exemplos, posso extrair alguns princípios:

Priorizar a paz: Assim como Abraão e Ló, às vezes é melhor separar caminhos para evitar brigas constantes e ressentimentos futuros.

Reconhecer nossas divergências: O desentendimento entre Paulo e Barnabé demonstra que, se as visões de negócios ou métodos forem incompatíveis e não puderem ser resolvidos, a separação pode ser a solução prática.

Embora a parceria possa terminar, o objetivo final deve ser evitar a inimizade permanente, como visto na eventual reconciliação de Paulo e Marcos.

A Bíblia enfatiza a importância da sabedoria, da honestidade e da paz na resolução de conflitos. Ao finalizar esta sociedade, o objetivo é agir com integridade e buscar um resultado que permita a ambas as partes seguirem em frente de forma justa.

Desta forma, comunico que até 1º de maio estarei dando baixa no CRP como responsável técnica da clínica, tempo suficiente para encontrarem uma psicóloga para assinar como RT.

A partir desse momento, não buscarei mais contato com nenhuma operadora de saúde. Estou negociando com uma determinada e não darei mais sequência em absolutamente nada além disso.

Vou continuar atendendo os pacientes presenciais até o final de janeiro.

Comunico que, até finalizar o contrato social, vou permanecer utilizando o CNPJ para os atendimentos com o Conexa, tempo que preciso para começar um novo CNPJ pessoal e dar sequência aos atendimentos.

Mediante tudo aqui colocado, estou certa da decisão e torço para que os demais deem sequência ao andamento da clínica.

Beijo ao coração de todos.

Feliz 2026.

RESOLUÇÃO;

ESTA CARTA FOI COLOCADA NO GRUPO, MAS A REGIANY CONSIDEROU QUE ELA DEVERIA SAIR. LOGO, O DISTRATO FOI FEITO PARA ELA SAIR DA SOCIEDADE, ELA QUER E VAI PERMANECER COMO PROFISSIONAL, VAI DAR SEQUENCIAS AOS ATENDIMENTOS JÁ REALIZADOS E VAI RECEBER TODO DINHEIRO INVESTIDO.

PARA GLÓRIA DE DEUS, TUDO SAIU BEM E FICARÁ MELHOR PARA AMBAS. VOU ORIENTAR A ELA HOJE NAQUILO QUE EU SEI PARA ELA ABRIR SUA PRÓPRIA CLÍNICA.

A DEUS TODA HONRA E GLÓRIA, AMÉM!

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

02/12/2025 - VOLTAR PARA CASA

O MEU TESTEMUNHO EM JUIZES 18

Um relato pessoal sobre restauração, autoridade espiritual e o caminho de volta para Deus

Hoje quero partilhar algo muito íntimo: a forma como o capítulo Juízes 18 me confrontou, me ensinou e me ajudou a tomar a decisão de voltar para casa, voltar para Deus e voltar para debaixo de uma liderança espiritual.

Durante os últimos anos, mesmo não estando totalmente afastada da igreja, vivi uma fé “de vez em quando”. Eu ia ao culto de vez em quando, entregava o dízimo de vez em quando, levava as minhas netas de vez em quando. E assim, pouco a pouco, fui-me afastando da segurança da autoridade espiritual, pensando que bastava manter alguns hábitos mínimos para estar “bem com Deus”.

Mas, na verdade, fui-me tornando uma roda solta, exatamente como o povo de Israel em Juízes 18.
E isso teve consequências profundas.

1. Quando cada um faz o que quer: o espelho que encontrei em Juízes 18

O versículo 1 diz:
“Naquele tempo, não havia rei em Israel; e cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos.”

Foi como se uma luz acendesse dentro de mim.

Enquanto estive afastada da liderança, mesmo frequentando a igreja de forma esporádica, fui vivendo do meu jeito, tomando decisões baseadas apenas na minha vontade, não na direção de Deus. E isso fez com que eu me afastasse da Palavra, da comunhão e da responsabilidade espiritual que sempre soube que deveria carregar.

2. Idolatria, desordem e silêncio espiritual: o perigo de andar sozinha

Juízes 18 mostra um povo que:

  • adorava a Deus à sua própria maneira

  • criava símbolos e ritos conforme a conveniência

  • afastou-se do centro de adoração

  • perdeu direção moral e espiritual

E quando li esse capítulo, reconheci-me neles.

Eu também me afastei gradualmente:

  • deixei de ser uma referência na minha família

  • deixei de ensinar a importância de estar firmada numa igreja

  • deixei de testemunhar com a minha vida

  • deixei de falar do amor de Cristo

  • e comecei a calar-me…

A verdade é que eu tinha vergonha.

Ver­go­nha de falar do plano da salvação porque o meu comportamento não acompanhava a minha fé.

Comecei até a achar graça quando outros falavam de deuses estranhos — não por maldade, mas porque o meu espírito já estava anestesiado.

Juízes 18 mostra como um pequeno desvio se transforma num grande afastamento.
E a minha história destes últimos cinco anos prova exatamente isso.

3. O círculo do pecado e a falta de autoridade

O texto bíblico mostra que uma coisa errada leva a outra:

  • primeiro a idolatria

  • depois a desonestidade

  • depois a rebeldia

  • e, por fim, a completa corrupção espiritual

Aconteceu comigo também.
Não com ídolos de prata, mas com escolhas pequenas, aparentemente inofensivas, que, somadas, me afastaram de quem eu era em Deus.

Hoje percebo:
Foi ao afastar-me da autoridade espiritual que comecei a fazer “tudo o que parecia certo aos meus olhos”.
E isso levou-me ao silêncio, à vergonha, e à perda de propósito.

4. A importância da liderança: o grande ensinamento que tiro de Juízes 18

Hoje compreendo profundamente que estar debaixo de liderança não é prisão — é proteção.
É direção.
É alinhamento com o propósito.
É estar em comunidade.
É ser corrigida, cuidada, ensinada.

A minha fé nunca foi tão forte quanto quando estive conectada, submissa, presente.
E nunca esteve tão frágil quanto quando decidi viver de forma independente, espiritual e emocionalmente.

Juízes 18 ensinou-me que:

  • longe da Palavra, a fé distorce-se

  • longe da liderança, a vida espiritual desorganiza-se

  • longe da congregação, o coração esfria

  • longe da obediência, perdemos voz e autoridade

  • longe de Deus, perdemos a nós mesmas

  • 5. O meu compromisso: voltar, restaurar e permanecer

  • Hoje reconheço profundamente tudo aquilo que negligenciei.
    E por isso oro:

  • “Senhor, perdoa-me por toda a negligência destes últimos anos.
    Quero assumir novamente o meu compromisso de fidelidade a Ti.
    Quero ser fiel nos dízimos, nas ofertas, na Palavra e na pregação do Evangelho.
    Espírito Santo, direciona-me: mostra-me quando falar, quando calar, e usa-me conforme a Tua vontade.
    Peço pela salvação dos meus filhos e para que o Senhor os conduza à Tua verdade.
    Que eu seja fiel a Ti por toda a minha vida.
    Em nome de Jesus, amém.”

  • Estou de volta para casa.
    De volta para a Palavra.
    De volta para a igreja.
    De volta para a cobertura espiritual.
    De volta para a missão.

    E esta é a minha mensagem hoje no meu blog:
    Juízes 18 não é apenas uma história antiga — é um espelho que me mostrou que o caminho certo é sempre o caminho da obediência, da liderança e da comunhão.

    Volto porque sei quem sou.
    Volto porque sei de onde vim.
    E volto porque sei para onde vou.

  • GRAÇAS DOU A DEUS POR CUIDAR DE MIM DURANTE TODOS ESSES ANOS. AGRADEÇO PELA VIDA DO PASTOR LAMUEL, SUA ESPOSA HELLEN QUE INICIOU ESSE PROCESSO; AGRADEÇO A DEUS PELA VIDA DO PASTOR DIEGO E FLÁVIA QUE PROSSEGUEM COMIGO NESTE PROCESSO. AGRADEÇO A DEUS PELA VIDA DO IRMÃO FERNANDO QUE SEMPRE ESTÁ ORANDO POR MIM, AGRADEÇO A DEUS POR QUE HOJE, 02/12/2025 EU INICIO O ÚLTIMO MÊS DO ANO, CERTA QUE VOU COMEÇAR 2026 NA PRESENÇA DO ETERNO DEUS E PARA SEMPRE AMÉM!