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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Brasileira, natural de Nilo Peçanha na Bahia. Missionária,membro da Igreja Batista, atua seu ministério na Casa de Abraão/ RJ. Estudante de Psicologia;conselheira em dependência química,com formação em prevenção tratamento e recaídas; técnica em enfermagem e publicidade. Educadora e colaboradora da Alimentação Viva, formada pelo Projeto Terrapia/ENSP/FioCruz. Oferece workshops, orientação, apoio e acompanhamento a pessoas que visem práticas saudaveis antienvelhecimento pela alimentação. Disponibilidade para consultoria e palestras de auto-estima e cuidados ambientais como promoção da saúde, segundo os princípios biblícos. Priorizando como método de pesquisa e da prevenção a introdução do Suco Vivo, para desitoxicação de pessoas usuárias de álcool e outras drogas, especialmente a população em situação de rua.

População de rua


MORADORES DE RUA:
Apesar da reconhecida diversidade, as pessoas em situação de rua partilham inúmeras características; são todos muito pobres de espírito, de alma abatida e com uma trajetória de vida cheia de fracassos pessoais e desamparo institucional. Sem casa, e sem lar, reinventam diariamente as soluções pra sua subsistência: alimentos, abrigo, dinheiro, bebida, remédios e segurança. Se possuem aparência jovem, são prontamente confundidos com drogados e os transeuntes tomam o cuidado de evitá-los.  Alguns se colocam em frente aos bares e pedem dinheiro para um café.  Nenhum deles assumem abertamente que quer dinheiro para tomar uma “birita, ou fazer uso de outra droga.
Mesmo para os habitantes e trabalhadores das grandes regiões acostumados a essa realidade, estes ficam perplexos ao saber que a população de rua, em sua maioria, são homens adultos.  Vale dizer  que existe um número considerável de crianças menores de 13 anos.
É utópico pensar que uma única administração consiga acabar com a população de rua.  Esta  problemática é uma herança de décadas, quando a partir do século XVII, crianças recém-nascidas eram abandonadas nas portas das igrejas, conventos e residências até mesmo nas ruas. Moradores de rua é uma problemática que tem se arrastado há séculos. Há fatores sempre associados, como o desemprego, alcoolismo, drogas, rompimento de relações familiares, etc,  que tornam tão complexa a assistência social, como também o agravante rompimento da comunhão com DEUS, comprometendo a vida espiritual.
Que faremos diante dos desafios dessa realidade? Lavaremos nossas mãos como Pilatos, tentando nos isentar da responsabilidade frente a um mundo não apenas sem salvação, mas sem pão, sem roupas, sem casa, sem esperança?
Busquemos o equilíbrio em nossas igrejas – oferecendo ao mundo perdido o Pão Vivo que desceu do Céu – JESUS, o CRISTO, sem, no entanto, nos esquivarmos da ordem de Jesus a multidão faminta – Dai-lhes vos de comer” ( Lc  9.13).




































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