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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Brasileira, natural de Nilo Peçanha na Bahia. Missionária,membro da Igreja Batista, atua seu ministério na Casa de Abraão/ RJ. Estudante de Psicologia;conselheira em dependência química,com formação em prevenção tratamento e recaídas; técnica em enfermagem e publicidade. Educadora e colaboradora da Alimentação Viva, formada pelo Projeto Terrapia/ENSP/FioCruz. Oferece workshops, orientação, apoio e acompanhamento a pessoas que visem práticas saudaveis antienvelhecimento pela alimentação. Disponibilidade para consultoria e palestras de auto-estima e cuidados ambientais como promoção da saúde, segundo os princípios biblícos. Priorizando como método de pesquisa e da prevenção a introdução do Suco Vivo, para desitoxicação de pessoas usuárias de álcool e outras drogas, especialmente a população em situação de rua.

sábado, 15 de novembro de 2025

12/11/2025 - O Olhar Que Transforma

 Quando Jesus “olhou para cima” (Lucas 19:5), há algo muito simbólico ali. Ele não apenas levantou os olhos fisicamente — Ele elevou o olhar da graça sobre alguém que, aos olhos da multidão, era pequeno e indigno. O gesto de olhar para cima, vindo de Jesus, é também um gesto de misericórdia que se inclina: o Senhor dos céus olha para o homem que se escondia entre galhos, tentando ver sem ser visto.

Ao erguer os olhos, Jesus também eleva o coração em compaixão, como quem olha para o Pai e manifesta o Seu amor em ação. Ele não julga Zaqueu por sua condição, mas o chama pelo nome e o convida à comunhão: “Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa.”

Essa “pequenez” de Zaqueu não é só física; ela representa a limitação humana, a consciência de nossa insuficiência sem Deus. E é nessa pequenez — a tua, a minha, a de todos nós — que Jesus escolhe olhar com ternura, visitar, transformar.

 aplicar isso à minha vida:
 Jesus me olha, não de cima para baixo, mas de baixo para cima, para te elevar.
 Ele vê minha pequenez, mas também meu desejo de mudar.
 Ele visita minha casa interior e renova minha alma.

O que eu estou vivendo é uma revelação da bondade de Deus — esse encanto diário, essa paixão crescente por fazer a vontade dEle, esse desejo de mansidão e generosidade — tudo isso é sinal de que o olhar de Jesus me encontrou.

declaro com fé:

“Nunca mais quero ser avarenta e egoísta, em nome de Jesus.”

Isso é exatamente o que aconteceu com Zaqueu: ele foi liberto do apego, curado na alma, transformado no coração.

 Então sim: Jesus me viu, me chamou, e está me transformando — não para me exaltar aos olhos dos homens, mas para me ensinar a viver com um coração manso, sábio e cheio de amor.

O Olhar Que Transforma — Quando Jesus Olhou para Cima

Quando Jesus olhou para cima e viu Zaqueu (Lucas 19:5), não foi apenas um gesto físico. Foi o olhar da graça que se eleva para alcançar o pequeno, o esquecido, o escondido entre galhos de vergonha e medo. O olhar de Jesus sempre revela misericórdia e propósito.

Ao erguer os olhos, Ele também eleva o coração ao Pai, expressando compaixão e desejo de restaurar. Ele não apenas viu Zaqueu; Ele o chamou pelo nome — e esse chamado ecoa até hoje, alcançando a mim e a você.

A pequenez de Zaqueu não era só de estatura, mas de alma. Representa todos nós quando reconhecemos nossa limitação diante da grandeza de Deus. Mesmo assim, Jesus nos vê com ternura, e Sua voz ainda ressoa:

“Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa.”

Essa expressão — “desce correndo” — fala direto ao meu coração. Ela me ensina que devo com rapidez obedecer à voz de Jesus, vigiar constantemente e seguir os passos do Mestre. Pois quando a salvação entra na nossa casa, ela também deseja alcançar os nossos filhos e cumprir as promessas que Deus nos fez.

Creio que o Senhor tem me dito:

“Desce do teu pedestal, Jucilene. Reconhece-Me. Restitui o que foi roubado.”

Deus tem pressa em nos ver descendo do orgulho, da autossuficiência, da avareza — e nos prostrando aos pés de Jesus, em arrependimento e rendição.

Ontem eu fiz isso( foi no dia 11/11/25). O Espírito Santo me trouxe à luz duas áreas em que eu havia retido o que era do Senhor. Eu tinha ofertado, sim, mas de forma inadequada, e Ele me mostrou que o amor e a obediência verdadeira exigem restituição. Quando reconheci isso e corrigi o que estava errado, senti a libertação fluindo dentro de mim.

Hoje, como Zaqueu, declaro:

“Senhor, a salvação entrou na minha casa.”

Vejo o olhar de Jesus sobre mim — não de reprovação, mas de misericórdia e restauração. E a cada manhã, fico mais encantada com a bondade de Deus, mais apaixonada por Sua vontade.
Quero aprender, dia a dia, a amar e respeitar as pessoas, a ser mansa, sábia e generosa, abençoando sempre que puder.

Porque quando Jesus olha para nós, Ele não apenas nos vê —
Ele nos transforma.

Amém.


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