Quem sou eu

Minha foto
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
Brasileira, natural de Nilo Peçanha na Bahia. Missionária,membro da Igreja Batista, atua seu ministério na Casa de Abraão/ RJ. Estudante de Psicologia;conselheira em dependência química,com formação em prevenção tratamento e recaídas; técnica em enfermagem e publicidade. Educadora e colaboradora da Alimentação Viva, formada pelo Projeto Terrapia/ENSP/FioCruz. Oferece workshops, orientação, apoio e acompanhamento a pessoas que visem práticas saudaveis antienvelhecimento pela alimentação. Disponibilidade para consultoria e palestras de auto-estima e cuidados ambientais como promoção da saúde, segundo os princípios biblícos. Priorizando como método de pesquisa e da prevenção a introdução do Suco Vivo, para desitoxicação de pessoas usuárias de álcool e outras drogas, especialmente a população em situação de rua.

quarta-feira, 2 de julho de 2025

02/07/2025- O juízo Justo de Deus e Graça de sua bondade

 

Esta manhã, ao ler Provérbios 2:9, fui profundamente tocada por esta palavra:

“Então entenderás a justiça, o juízo e a equidade — todas as boas veredas.”

Senti no coração o desejo de compreender melhor o significado de algumas dessas palavras, e fui pesquisar.

Equidade: virtude de quem ou do que (atitude, comportamento, fato etc.) manifesta senso de justiça, imparcialidade, respeito à igualdade de direitos.

Vereda: caminho estreito, senda, sendeiro; também pode ser um caminho secundário que leva mais rapidamente a um lugar — um atalho.

Com essa clareza, compreendi profundamente o versículo. Agradeço a Deus por, por meio do Seu Espírito Santo, liberar esse entendimento: buscar sabedoria é entender a virtude e a qualidade da justiça de Deus.

Vivemos no tempo da graça, em que, mesmo errando, o Espírito Santo nos convence do pecado, pedimos perdão e somos perdoados. Mas Hebreus 6:4-6 adverte sobre a seriedade de rejeitar essa graça:

“É impossível renovar para arrependimento aqueles que uma vez foram iluminados, experimentaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram...”

Ao desprezar essa experiência, é como se crucificassem novamente o Filho de Deus, tornando impossível o arrependimento. Estamos, de fato, vivendo os dias do fim. Cristo está voltando, e sem o Espírito Santo em nós, enfrentaremos o tempo do juízo.

O juízo de Deus é justo.

O juízo humano, muitas vezes, não é: sentenças são vendidas, vereditos são manipulados, e a equidade é negligenciada. Mas o Senhor julga com verdade e com justiça perfeita.

Me atentei também à história de Caim e Abel. Ambos ofertaram, mas apenas uma oferta foi aceita.

Deus não rejeitou a oferta de Caim pela qualidade do que foi oferecido, mas pela atitude do seu coração. Abel entregou os primeiros e melhores frutos, com fé e sinceridade. Caim, por sua vez, fez uma oferta qualquer, sem fé e sem reverência. Deus não olha apenas para o que damos, mas para a motivação com que oferecemos. A oferta de Caim era mera formalidade — sem devoção, sem reconhecimento da grandeza de Deus.

Resumo desta reflexão:

Que neste dia possamos meditar no que podemos ofertar hoje a Deus, em gratidão pela graça recebida.

Acordamos. Temos saúde. Vamos ao trabalho.
Ficaremos invisíveis para a violência desta cidade e seremos holofotes apenas da graça e do sucesso que Deus nos permite viver.

Que venhamos ofertar o melhor de nós hoje: com fé, com sinceridade, com gratidão.

Amém.

Nenhum comentário:

Postar um comentário