Esta manhã, ao ler Provérbios 2:9,
fui profundamente tocada por esta palavra:
“Então
entenderás a justiça, o juízo e a equidade — todas as boas veredas.”
Senti no coração o desejo de compreender melhor
o significado de algumas dessas palavras, e fui pesquisar.
Equidade:
virtude de quem ou do que (atitude, comportamento, fato etc.) manifesta senso
de justiça, imparcialidade, respeito à
igualdade de direitos.
Vereda:
caminho estreito, senda, sendeiro; também pode ser um caminho secundário que
leva mais rapidamente a um lugar — um atalho.
Com essa clareza, compreendi profundamente o
versículo. Agradeço a Deus por, por meio do Seu Espírito Santo, liberar esse
entendimento: buscar sabedoria é entender
a virtude e a qualidade da justiça de Deus.
Vivemos no tempo da graça, em que, mesmo
errando, o Espírito Santo nos convence do pecado, pedimos perdão e somos
perdoados. Mas Hebreus 6:4-6
adverte sobre a seriedade de rejeitar essa graça:
“É
impossível renovar para arrependimento aqueles que uma vez foram iluminados,
experimentaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo,
provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram...”
Ao desprezar essa experiência, é como se crucificassem novamente o Filho de Deus, tornando
impossível o arrependimento. Estamos, de fato, vivendo os dias do fim. Cristo está voltando, e sem o Espírito Santo em nós,
enfrentaremos o tempo do juízo.
O juízo de Deus é justo.
O juízo humano, muitas vezes, não é: sentenças
são vendidas, vereditos são manipulados, e a equidade é negligenciada. Mas o
Senhor julga com verdade e com justiça
perfeita.
Me atentei também à história de Caim e Abel. Ambos ofertaram, mas apenas uma oferta foi aceita.
Deus não rejeitou a oferta de Caim pela
qualidade do que foi oferecido, mas pela atitude
do seu coração. Abel entregou os primeiros e melhores frutos, com fé e sinceridade. Caim,
por sua vez, fez uma oferta qualquer, sem fé e sem reverência. Deus não olha
apenas para o que damos, mas para a
motivação com que oferecemos. A oferta de Caim era mera formalidade — sem devoção, sem reconhecimento da grandeza de
Deus.
Resumo desta reflexão:
Que neste dia possamos meditar no que podemos ofertar hoje a Deus,
em gratidão pela graça recebida.
Que venhamos ofertar o melhor de nós hoje: com fé, com sinceridade, com gratidão.
Amém.

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